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O Brasil é considerado um país privilegiado em termos de disponibilidade de recursos hídricos, pois possui cerca de 12% da água doce disponível no mundo. Até o final do século passado, a água era tida como um recurso abundante e praticamente inesgotável. Infelizmente, esta concepção mostrou-se equivocada, pois constantes mudanças geoclimáticas vêm alterando a disponibilidade de água potável, muitas destas mudanças são decorrentes das atividades humanas. Além destes problemas, tem-se ainda uma série de carências quanto ao planejamento urbano (regiões de mananciais encontram-se ocupadas pela população de menor poder aquisitivo dos grandes centros urbanos; há um alto grau de concentração humana em determinadas áreas; etc.) e quanto à racionalização do uso da água (há enormes desperdícios durante sua distribuição e utilização, dependendo a região metropolitana estima-se uma perda entre 40% e 75% do total de água fornecida a população). Através do ciclo da água no planeta, a água de chuva é purificada por um processo de destilação natural. Sua qualidade, mesmo sem tratamento, supera a qualidade química da água dos grandes mananciais urbanos, seriamente deteriorados.

Postado em 2014 Feb 14

A água no mundo

A água é o recurso natural mais abundante do planeta. De maneira quase onipresente, ela está no dia a dia dos 7 bilhões de pessoas que habitam o planeta. Além de matar a sede, a água está nos alimentos, nas roupas, nos carros e na revista que está nas suas mãos - se você está lendo a reportagem em seu tablet, saiba também que muita água foi usada na fabricação do aparelho. Mas o recurso mais fundamental para a sobrevivência dos seres humanos enfrenta uma crise de abastecimento. Estima-se que cerca de 40% da população global viva hoje sob a situação de estresse hídrico. Essas pessoas habitam regiões onde a oferta anual é inferior a 1 700 metros cúbicos de água por habitante, limite mínimo considerado seguro pela Organização das Nações Unidas (ONU). Nesse caso, a falta de água é frequente - e, para piorar, a perspectiva para o futuro é de maior escassez.

Postado em 2014 Feb 14

 

A Antártida é a maior reserva de água doce da Terra. Seus 14,2 milhões de quilômetros quadrados - 1,6 vezes a extensão territorial do Brasil - são cobertos por uma capa de gelo de 2 quilômetros de espessura média. Além disso, tem as maiores reservas de gelo (90%) e água doce (70%) do planeta. Em seu estado sólido, essas reservas regulam o clima do Hemisfério Sul e distribuem umidade pelo planeta. Também resfriam a atmosfera e retiram carbono, metano e outros gases que influenciam diretamente no efeito estufa.

O Continente Antártico está situado na Região Polar Austral. Ele é formado por uma massa continental localizada quase inteiramente dentro do círculo polar antártico. É cercado pelo Oceano Antártico, de limites imprecisos, formado pelo encontro das águas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, a chamada Confluência Antártida.

As temperaturas no verão variam de 0º Celsius (ºC), no litoral, a -32º C no continente e, no inverno, variam de -15º C, no litoral, a -65º C no continente. De acordo com informações de participantes do Seminário Antártida 2048, evento que discutiu a pesquisa na região, a possibilidade de um degelo no continente acionaria um círculo vicioso, de quanto mais degelo, mais carbono e metano seriam jogados na atmosfera e, consequentemente, acarretaria em um maior efeito estufa, temperaturas mais altas e, consequentemente, mais degelo.

Atualmente, 29 países - incluindo o Brasil - mantêm bases e desenvolvem pesquisas na Antártida. No verão, essas bases recebem mais de 4 mil pesquisadores, em cooperação científica estabelecida pelo Tratado da Antártida. O tratado de cooperação estabelece uma moratória até 2048 para a exploração de recursos não renováveis na região. O Brasil faz parte deste acordo desde 1975 e deu início ao Programa Antártico Brasileiro (Proantar), em 1982.

Segundo o glaciologista Jefferson Simões, ainda não existe um policiamento do Tratado da Antártida. Para o pesquisador, a qualidade dos estudos e da ciência feitas na região é que determinam o status de um país no Tratado Antártico. "O Brasil é líder na pesquisa (sobre o Continente Antártico) da América Latina. Grandes conhecimentos da química e da física são feitos na Antártida. Há organismos que estão em estado dormente há mais de 400 mil anos dentro do gelo na Antártida", explica Simões.

Outro acordo de cooperação para estabelecer procedimentos na região, o Protocolo de Madri, assinado em 1998, determina regras a serem seguidas na execução de pesquisas científicas e no apoio logístico às estações antárticas. O objetivo é proteger a flora e a fauna da região. Há limitações com a eliminação de resíduos e medidas preventivas contra a poluição marinha.

De acordo com a Marinha do Brasil, em três décadas, o Proantar fará uma média anual de 20 projetos de pesquisas nas áreas de oceanografia, biologia, biologia marinha, glaciologia, geologia, meteorologia e arquitetura. Além de pesquisadores e cientistas, o turismo é uma atividade regular que já leva ao continente mais de 40 mil visitantes por ano.

Fonte: noticias.terra.com.br

Postado em 2014 Jan 22

A forte onda de frio que tem castigado a América do Norte é resultado de um "desvio" do ar do Ártico para o sul e o aquecimento global pode ser a causa deste evento incomum, afirmou um especialista nesta segunda-feira.

O ar do Ártico costuma ficar confinado no topo do mundo devido a um potente vento circular chamado vórtice polar, explicou Dim Coumou, cientista sênior do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático (PIK), perto de Berlim.

Quando o vórtice perde força, o ar começa a se dirigir para o sul, levando neve e frio excepcionais para latitudes intermediárias.

A mudança climática também é impulsionada por mudanças em um vento de altitude elevada chamada corrente de jato.

Esta convecção, que costuma circundar o hemisfério norte de forma robusta e previsível, começa a oscilar, criando círculos de clima extremamente frio ou de um clima moderado fora de época, dependendo da localização.

"Nós vimos uma forte oscilação da corrente de jato e o ar frio associado ao vórtice polar se moveu na direção sul. Neste caso, sobre as regiões leste do Canadá e dos Estados Unidos, levando este clima frio extremo", afirmou Coumou. Ele destacou que o fenômeno se repetiu nos últimos anos. O que impulsiona o vórtex polar é a diferença de temperaturas entre o Ártico e as latitudes medianas, disse Coumou

Antes agudo, este diferencial foi perdendo nitidez nos últimos anos à medida que o Ártico - onde as temperaturas estão subindo cerca de duas vezes acima da média mundial - aquece, explicou.

"Nós temos visto este tipo de onda de frio com mais frequência nos últimos invernos na Europa, mas também nos Estados Unidos", disse Coumou em entrevista por telefone.

"A razão pela qual nós vemos estas fortes oscilações ainda não é totalmente conhecida, mas está claro que o Ártico está esquentando muito rapidamente. Temos dados confiáveis sobre isto. As temperaturas no Ártico aumentaram muito mais do que em outras partes do globo", acrescentou.

No mês passado, cientistas europeus indicaram que o volume de gelo marinho em novembro tinha sido cerca de 50% maior do que há um ano.

Apesar dessa recuperação, o gelo marinho mantém baixas próximas do recorde documentado e a tendência geral é de recuo, afirmaram.

Coumou alertou que o gelo marinho do Ártico "é apenas um dos fatores importantes" por trás da disfunção do vórtice polar. "Outros fatores incluem a cobertura de neve, eventos de aquecimento estratosférico ou outros fenômenos de curto prazo", afirmou.

Fonte: noticias.terra.com.br

Postado em 2014 Jan 22

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