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Desde que a Copa começou é possível ver muitas bandeirinhas penduradas nos carros. Parece algo pequeno, mas você sabe qual o impacto dessas bandeirinhas para o meio ambiente? As informações são do portal TreeHugger.

Durante a Copa do Mundo de 2006, o Dr. Antonio Filippone, da Universidade de Manchester, calculou que as bandeirinhas provocaram a queima de um extra de 1,22 milhão de litros de combustível. Também gerou três milhões de quilos extras de emissões de carbono, somente na Inglaterra.

Isso acontece porque um carro com bandeirinha precisa de mais potência e tem mais trabalho para quebrar a resistência do ar. Com isso, o veículo consome mais combustível.

Segundo Dr. Filippone, o efeito causado pelas bandeirinhas faz com que o carro gaste 3% a mais de combustível em uma hora. Pode parecer pouco individualmente, mas meio milhão de carros fazendo a mesma coisa faz muita diferença para o meio ambiente.

O engenheiro canadense Dr. Peter Ostafichuk também afirmou ao jornal The Province, de Vancouver (Canadá), que o carro não precisa estar em alta velocidade para prejudicar a aerodinâmica do carro. Se a velocidade for inferior a 40 km/h, as bandeiras já vão exigir mais do veículo.

Fonte: treehugger.com

Postado em 2014 Jul 03

Desde que a Copa começou é possível ver muitas bandeirinhas penduradas nos carros. Parece algo pequeno, mas você sabe qual o impacto dessas bandeirinhas para o meio ambiente? As informações são do portal TreeHugger.

Durante a Copa do Mundo de 2006, o Dr. Antonio Filippone, da Universidade de Manchester, calculou que as bandeirinhas provocaram a queima de um extra de 1,22 milhão de litros de combustível. Também gerou três milhões de quilos extras de emissões de carbono, somente na Inglaterra.

Isso acontece porque um carro com bandeirinha precisa de mais potência e tem mais trabalho para quebrar a resistência do ar. Com isso, o veículo consome mais combustível.

Segundo Dr. Filippone, o efeito causado pelas bandeirinhas faz com que o carro gaste 3% a mais de combustível em uma hora. Pode parecer pouco individualmente, mas meio milhão de carros fazendo a mesma coisa faz muita diferença para o meio ambiente.

O engenheiro canadense Dr. Peter Ostafichuk também afirmou ao jornal The Province, de Vancouver (Canadá), que o carro não precisa estar em alta velocidade para prejudicar a aerodinâmica do carro. Se a velocidade for inferior a 40 km/h, as bandeiras já vão exigir mais do veículo.

Fonte: treehugger.com

Postado em 2014 Jul 03

No dia 05 de junho foi comemorado o dia do meio ambiente. Mas para que ele serve?

Cerca de um quarto de século atrás, em resposta ao derramamento de óleo no acidente do superpetroleiro Exxon Valdez (2403/1984) no Alasca, um pequeno grupo de investidores fundou a ONG Ceres com o propósito de juntar capitalistas e ambientalistas para orientar uma nova forma de fazer negócios que levasse em conta tanto a saúde do planeta como a prosperidade da população no longo prazo, ou seja, com sustentabilidade! A missão: mobilizar investidores e negócios de ponta para construir uma economia global próspera e sustentável.

Hoje, sem quaisquer exageros, essa organização influencia investimentos de trilhões de dólares, sendo que só um dos seus associados, o fundo de pensão americano CalPERS, maneja uma carteira superior a US$ 250 bilhões em investimentos. Entre suas diversas ações está uma influente conferência anual, tendo a deste ano ocorrida nos dias 13 e 14 de maio passado. Na lista de participantes, executivos dos maiores bancos do planeta, entre eles o próprio Banco Mundial, e das maiores e mais importantes fundações e fundos de pensão americanos, além das maiores e mais importantes universidades americanas, bem como de grandes corporações transnacionais dos mais diferentes setores de atividades. Na agenda, além da fundamental boa governança corporativa, as principais tendências em sustentabilidade, entre elas: resiliência urbana frente às mudanças climáticas; esgotamento das fontes de água subterrânea e seus impactos sócio-econômicos; escala para soluções em energia limpa, destravando processos inovadores; avanços da sustentabilidade na agricultura via cadeias de suprimentos; e construção de um século 21 de corporações sustentáveis.

Na pauta também esteve a urgência de sistemas de governança que melhorem o desempenho das empresas em sustentabilidade e tragam a transparência necessária para a redução de risco aos investidores, contexto no qual as certificações com verificação de terceiras partes têm se mostrado efetivas e essenciais. Os grandes atores globais que operam negócios que impactam diretamente territórios e natureza, notadamente as megacorporações dependentes de commodities agrícolas e minerais, já impõem condições cada vez mais duras a seus fornecedores, tais como: redução ou neutralização de emissões; desmatamento zero; perda de biodiversidade zero; trabalho infantil, forçado ao análogo ao trabalho escravo zero! Tudo comprovado através de auditorias, onde se inserem as certificações, que por sua vez forçam a transparência voluntária da realidade das empresas. É a sociedade acessando muitos aspectos da gestão das empresas numa tendência que parece não ter volta, pelo menos no curto prazo e ainda que simplesmente como mecanismo de autodefesa mercadológica.

O que se vê é que o processo civilizatório num planeta com países cada vez mais populosos, socialmente complexos, e economicamente integrados globalmente, vai se reinventando para suprir lacunas estruturais e conjunturais que os estados nacionais, os tratados internacionais e os organismos multilaterais não dão conta de cobrir. Está evidente que já não bastam leis e políticas públicas, sendo necessárias intervenções coletivas e individuais através de políticas e práticas privadas na esfera das empresas e das pessoas e suas famílias para que, em vez de catástrofes, tenhamos perspectivas de prosperidade econômica com estabilidade ambiental e equidade social. E para isso, como em tudo onde desejamos avanços, necessitamos de educação de qualidade, que tem de ser forjada mais em ciência e menos em ideologia.

Fonte: Miguel Serediuk Milano - para revista Época

Postado em 2014 Jul 03

Você consome sem perceber. Veja o quanto de água potável é necessário para produzir itens do seu cotidiano.

Fonte: www.planetasustentavel.abril.com.br

Postado em 2014 May 23

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