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A ergonomia tem alguns objetivos básicos que são: possibilitar o conforto ao indivíduo e proporcionar a prevenção de acidentes e do aparecimento de patologias específicas para determinado tipo de trabalho.

Merece atenção especial uma boa parte dos problemas de postura que a grande maioria das pessoas adquire ao longo de suas vidas durante o trabalho, como por exemplo, os esforços repetitivos.

Qual seria então a solução? O ideal seria que todos os móveis do escritório de sua casa e todo qualquer equipamento usado no nosso dia-a-dia passassem por estudo e adequação ergonômica, antes mesmo de serem adquiridos.

São constantes os estudos feitos a respeito da relação do homem com o ambiente de trabalho, o conforto ou mesmo horas de descanso. Ambos são de grande importância, mas, poucas pessoas prestam atenção nestes detalhes. A ergonomia vem justamente estudar estas medidas de conforto, a fim de produzir um melhor rendimento no trabalho, prevenir acidentes e proporcionar uma maior satisfação do trabalhador.

 

Qual o papel da Ergonomia para a saúde?

A ergonomia se preocupa com as condições gerais de trabalho, tais como, a iluminação, os ruídos e a temperatura, que geralmente são conhecidas como agentes causadores de males na área de saúde física e mental, mas que o estudo procura traçar os caminhos para a correção. O seu objetivo é aumentar a eficiência humana, através de dados que permitam que se tomem decisões lógicas.

O custo individual é minimizado através da ergonomia, que remove aspectos do trabalho, que a longo prazo, possam provocar ineficiências ou os mais variados tipos de incapacidades físicas.

Nas condições em que a atividade do indivíduo envolve a operação de uma peça de equipamento, na maioria das vezes, ele passa a constituir, com este equipamento, um sistema fechado. Este visa apresentar muitas das características de auto-regulamentação (feedback). Como dentro de tal sistema é o indivíduo quem usualmente decide, torna-se necessário que ele seja incluído no estudo da eficiência do sistema. Para que a eficiência seja máxima é preciso que o sistema seja projetado como um todo, com o homem completando a máquina e esta completando o homem.

Fonte: boasaude.uol.com.br

Postado em 2015 Aug 26

A publicação da revisão da Norma Regulamentadora 13 - Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações (Portaria N.º 594, de 28 de abril de 2014) - completou um ano em 2 de maio e, com isto, vários itens relacionados a Tubulações entram em vigor.

A incorporação do tema Tubulações foi um dos grandes avanços desta revisão da NR 13", relata o Auditor Fiscal do Trabalho Roque Puiatti, coordenador da Comissão Nacional de Trabalho Tripartite da NR 13.

Os acidentes graves e fatais ocorridos nestes locais foi uma preocupação das bancadas da CNTT NR 13 e o consenso para a incorporação do assunto na revisão da NR. Os itens que entraram em vigor são: 13.6.1.1, que obriga a elaboração do Programa e do Plano de Inspeção de Tubulações; 13.6.1.4, alínea "a" , que trata da documentação obrigatória para Tubulações e o item 13.6.2.3, que obriga a identificação e a sinalização das Tubulações.

As penalidades pelo seu descumprimento estão previstas na Norma Regulamentadora 28.

Data: 04/05/2015 / Fonte: Redação Revista Proteçãov

Postado em 2015 Jun 14

Muita gente responderia rapidinho que a melhor solução para economizar água é parar de lavar a louça em casa e passar a usar copos, pratos e talheres de plástico. A capital paulista tem vários exemplos de restaurantes e lanchonetes que adotaram descartáveis na tentativa de amenizar a falta de água. O "plano B" é colocado em ação numa tentativa de evitar perder clientes.

Mas não é bem isso que a gente deve fazer se quiser agir contra o problema de desabastecimento.

A conta é simples: os materiais de plástico demandam uma quantidade de água muito maior em sua fabricação e reciclagem do que a usada para lavar utensílios reutilizáveis (de vidro, metal, cerâmica etc.). Você sabia que são necessários 3,5 litros de água para produzir um único copo plástico, enquanto usamos no máximo 500 ml na lavagem?

De cara, a primeira medida a se tomar nestes tempos de crise hídrica é reduzir o consumo em geral. Então, segundo a ONG Akatu, que trabalha há 14 anos com ações de consumo consciente e sustentabilidade, não devemos trocar "seis por meia dúzia", mesmo em um momento de urgência, quando a torneira seca.

"No longo prazo, você vai trocar um problema pelo outro, esse é o raciocínio que as pessoas precisam fazer. Para produzir um copo de plástico, essa água sai de algum lugar, e esse lugar é o mesmo sistema que traz a água para a gente beber, cozinhar e tudo mais", diz Ana Néca, coordenadora de comunicação do Akatu. "A crise é uma oportunidade para mudar de comportamento tanto no âmbito do consumo de água quanto em outros."

Podemos adotar hábitos simples, mas eficazes e duradouros. Captar água de chuva, reutilizar a água e reaproveitá-la em quantas etapas for possível são algumas das medidas a serem incorporadas ao nosso dia a dia, não apenas em época de crise.

Fonte: UOL Meio Ambiente

Postado em 2015 Jun 14

Pesquisadores do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) divulgaram as 50 UCs (Unidades de Conservação) da Amazônia com maiores desmatamentos entre 2012 e 2014. Os estados do Pará e de Rondônia são os que possuem o maior número de UCs críticas. Entre agosto de 2012 e julho de 2014, 1,5 milhões de hectares foram desmatados na Amazônia, sendo que 10% ocorreram em 160 UCs. Destas, 50 UCs em oito estados concentraram 96% do desmatamento. São elas que estão destacadas no mapa acima.

As Unidades de Conservação foram criadas como uma das medidas contra o desmatamento na Amazônia. Estas áreas estão sujeitas a normas e regras especiais e são legalmente criadas pelos governos federal, estaduais e municipais. Elas são divididas entre Unidades de Proteção Integral onde é permitido apenas o uso indireto dos recursos naturais, ou seja, aquele que não envolve consumo, coleta ou dano aos recursos naturais; e Unidades de Uso Sustentável, onde atividades que envolvem coleta e uso dos recursos naturais são permitidas, mas desde que praticadas de uma forma sustentável.

Segundo os autores do estudo do Imazon, geralmente essas áreas apresentam ocupações irregulares e estão em regiões de influência de grandes obras de infraestrutura, como rodovias e hidrelétricas, e estão vulneráveis por causa da fiscalização ineficiente.

Sete das dez áreas mais desmatadas sofrem com o baixo grau de implementação, ou seja, faltam planos de manejo, conselho gestor, recursos humanos e financeiros suficientes para evitar que o desmatamento seja realizado, segundo o estudo.

Punição

Os autores recomendam que todos os crimes associados ao desmatamento ilegal sejam punidos com confisco de bens e penas maiores, além da retirada de ocupantes não tradicionais das UCs e a retomada das terras públicas fora das UCs para os reassentamentos necessários. A desapropriação de áreas privadas dentro das Unidades de Conservação seria o primeiro passo para evitar que o desmatamento seja realizado ilegalmente nessas áreas.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou recentemente ao TCU (Tribunal de Contas da União) que existiriam 5,4 milhões de hectares de terras privadas dentro de UCs federais no Brasil para desapropriar a um custo de R$ 7,1 bilhões. Na Amazônia, seriam 3 milhões de hectares a um custo de desapropriação de R$ 2,3 bilhões. Com base nesses números, o TCU estimou que o governo federal demoraria 102 anos para concluir a regularização fundiária das UCs federais se mantivesse o ritmo de investimento apresentado entre 2009 e 2012.

Para garantir a conservação das UCs no bioma Amazônia, o TCU e os Tribunais de Conta dos Estados (TCEs) demandaram que os governos apresentassem planos de ação para sua implementação. Em 2014, o MPF lançou uma campanha nacional em prol da regularização fundiária das UCs e um manual de atuação para orientar os procuradores da República a acompanhar a implementação das UCs e a impulsionar seu processo de regularização fundiária.

Fonte: UOL Meio Ambiente

Postado em 2015 Jun 14

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